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E-Mail




 

Momento Fréchi Béqui (favor embaçar as bordas do seu monitor):

Começo pelos guarda-chuvas. O paraíso deles é dos mais líricos e comoventes. Como vocês sabem, milhões de guarda-chuvas são perdidos todos os dias, e muitos deles vão parar neste paraíso. É um lugar gramado que chove pra caramba. Mas é chuva de leite, acreditem... E toca, sem parar, a trilha sonora de singin´ in the rain. Os guarda-chuvas, exultantes de felicidade, abrem e fecham o tempo inteiro, rodopiam, e se deixam carregar por um vento agradável, que os levam até as alturas, para dançar no meio das nuvens com Gene Kelly, que é deus por ali.

O paraíso dos vibradores é diferente. Há uma oferta sem fim de pilhas Duracell, que duram muito mais, conforme prega a propaganda. Os vibradores rolam por um terreno macio de silicone morno e cor-de-rosa, cheio de enormes vulvas sedentas de prazer, cujo orgasmo é um jorro de vaselina, tenho a obrigação de relatar. Gemidos, gritinhos e ganidos de êxtase feminino reverberam por todo o lugar. E, de tempos em tempos, todo vibrador que ali reside tem a inesquecível experiência de se esconder num antiquado armário de nogueira, para depois, numa encenação muito convincente, ser descoberto por uma jovem colegial de pernas brancas e lisinhas.

Para um humano, o paraíso dos despertadores é um pouco desagradável. Estes aparelhos, que aqui na Terra são rapidamente censurados e socados tão logo funcionam, no paraíso dos despertadores, entretanto, podem tocar infinitamente. O lugar é um pasto verdinho, repleto de cercas brancas e galos empoleirados em cima delas. Espalhados pelo campo, os despertadores giram seus ponteiros freneticamente. E então, o sol, num movimento inexplicável, nasce a todo instante, todo instante mesmo. Assim, os despertadores, todos juntos, disparam com furor, para acordar os galos que dormem nas cercas. É um espetáculo bem cômico, pois os galos se assustam com a atordoante cacofonia dos aparelhos, e caem no chão, para depois correrem em torno deles mesmos, esbarrando uns nos outros e se chocando contra as cercas. Depois de um breve instante, os galos voltam pra cima das cercas, adormecem rapidamente, e todo o fenômeno torna a acontecer, sem variação.

Conto porque vi. Jamais mentiria para os meus leitores, mesmo porque eu não teria capacidade para inventar os fatos aqui registrados. Os sensatos, certamente, acreditarão no meu testemunho.



 Escrito pelo desalmado Felipe Balster [ ]



Para que meu blog fique mais com a sua cara, com o seu jeito, com o seu estilo, inventei uma pesquisa para saber quem é você, caro coleguinha leitor. Será muito importante a sua participação nesta pesquisa, pois suas respostas são valiosas e ajudarão a guiar minha linha editorial. Agradeço a atenção.

Perguntas de sim ou não:

1- Você costuma roer a unha do dedo mindinho do seu pé?

2- Você coloca o capacete de ciclismo(que ganhou de sua tia mas nunca usou porque capacete é coisa de boiola) só pra ficar dando cabeçadas na parede?

3- Voce acha que a cerveja Antártica é uma cerveja de corintiano?

4- Você gosta do livro "Quem mexeu no meu queijo tilsit e bebeu todo o meu vermouth Noilly Prat?"

5- Você concorda com a frase: "o trabalho dignifica o ser humano"?

6- Você comia meleca de nariz quando era criança do tipo infanto-juvenil?

7- Você votou no Lula pensando que ele faria alguma coisa?

8- Você acha divertido ir na balada com a galerinha e ter a sensação de que aquilo é muito legal?

9- Você concorda que toda pessoa que se acha louca é, na realidade, um puta e óbvio tédio?

10- Você costumava passar seus finais de semana em algum hospital psiquiátrico?

11- Você já ganhou o Prêmio René Descartes de Raciocínio Límpido?

Se você respondeu non oui oui oui non oui non non oui oui oui, meus parabéns! Você tem o perfil do blog e pode continuar freqüentando este lugar (e entrando no Buscapé pra que eu possa realizar meu grande sonho: implantar silicone nos cotovelos). Agora, só umas perguntinhas pra que eu determine o seu patamar sócio-econômico a nível de dinheireza:

Dos seguintes itens, quantos você possui? (marque com um x)

Latas vazias de Toddy                                  (0) (1) (2) (3) (4) (mais)

Cd´s do Caetano Velhoso e/ou do Kenny G.      (0) (1) (2) (3) (4) (mais)

Televisor remendado com durex e/ou durepoxi   (0) (1) (2) (3) (4) (mais)

Prato de sopa com nome do seu avô                (0) (1) (2) (3) (4) (mais)

Cubo mágico jamais resolvido                          (0) (1) (2) (3) (4) (mais)

Enorme piscina revestida de mármore grego e colunas jônicas compradas em Istambul          (0) (1) (2) (3) (4) (mais)

Chinelo velho (cuja cor não lhe agrada) que pegou no lixo  (0) (1) (2) (3) (4) (mais)

Agenda de 1987                                          (0) (1) (2) (3) (4) (mais)

Quadro cafona de parente que pensa que é artista plástico     (0) (1) (2) (3) (4) (mais)

Poltrona do Mies Van Der Rohe.                    (0) (1) (2) (3) (4) (mais)

Cinderela de jardim                                         (0) (1) (2) (3) (4) (mais)

 

Congratulations e game-over.



 Escrito pelo desalmado Felipe Balster [ ]



novela + desejo de bolinho de bacalhau + falta grana + carroça véia + concursos idiotas = perfeita vida suburbana

Deu na minha mãe mania de ver novela. Seria melhor se ela pegasse mania de ouvir Frank Zappa ou, não poupando otimismo, ela me fritasse uns bolinhos de bacalhau. Enquanto futrico no compíuter, a dona terezinha vidra os olhos nos atores da globo... Como respeitar o feminismo se a mulherada descabela-se para ver "Senhora do Destino"? 

(Pausa para os comerciais! Você quer um guarda-chuva solúvel e não sabe onde é mais barato? Para sua sorte, meu blog tem o incrível, charmoso e amareláceo quadrado propagandesco do Buscapé. Entre lá e procure por guarda-chuva solúvel... se não encontrar, pelo menos tu me concedeu a incalculável quantia de 05 (cinco) centavos. Pretendo implantar silicone nos meus cotovelos.)

Mas então, reparei num treco. Na novela, até os bons atores interpretam mal... Interpretam tão mal, mas tããão mal, que até parece a vida real (rimou pois estou ímpetos parnasianos). Afinal de contas, basta dar a volta no quarteirão pra encontrar outra rempa de atores incompetentes. Do jornaleiro até guardinha noturno, todos fingem mal. Não sabem imitar nem uma árvore, quanto mais um ser humano básico sem acessórios opcionais.

Quanto as minhas inspirações poéticas, acautelai-vos. Preciso criar uma frase muito original, muito criativa e muito cheia de clareza de expressão. O objetivo de tanto esforço é modesto: ganharei um mísero carro novo. Pena que preciso usar as palavras "casa, festa e C&C" nesta frase... xiii marquinhos, aí fodeu... Rima com festa: testa, fresta, errico malatesta, sobe-puxa-mas-não-presta, lesta, paraguesta, rembogresta, austrupesta, etc.



 Escrito pelo desalmado Felipe Balster [ ]



De como os nerds estão poderosos

Nos Estados Unidos dos EUA, a revista Playboy "fotografará", devidamente nuas, as heroínas de videogueime. Ou seje, o Hugh Hefner pretende explorar o filão nerd. Mas e o filão macho?

De como os animais são animalescos

Não se pode botar dois galos pra brigar por quê? Certamente, é uma crueldade para com os despertadores-vivos-de-luta. Mas tudo bem se enfiamos sardinhas em latas, se super-alimentamos gansos pra depois comer seus fígados hiperatrofiados, se prendemos passarinhos porque são amarelos e fazem barulhos engraçadinhos, se cortamos rabos de cachorros, se esprememos as tetas das vacas até secar só pros nossos humaninhos ficarem fortinhos. "O cálcio, faz bem para os ossos". Ou seje, Quanta incoerência... Vou criar frango da raça Street Fighter (suspeito que eles se alimentam de poodles).

De como um caça o pato e o outro nunca afoga o ganso

Noutras latitudes.... O candidato à presidência gringa John Kerry foi caçar patos, pra simpatizar com: a) clube dos negos que compram riflês, b) clube dos negos que caçam, e c) clube dos negos que caçam usando riflês. Ou seje, não há esquerda nos esteites. Há direita de direitíssima (do jorge arbusto) e a direita (do joão kerry).

De como eu e meus coleguinhas ex-brancos queremos ser chamados

Se tu chamar um cara preto de preto, talvez ele fique puto. Nos esteites dá cadeia. Aqui já começamos a fazer semelhante. Ou seje, É racismo e discriminação... Concordo, mas quero isonomia semântica. Sabendo que a espécie humana começou na África, logo também sou afro-descendente, apesar da minha pele ser clara. Assim, também tenho origem afro. E exijo ser chamado de afro-alvejado. I´m a afro-bleached, man!

De como eu estou pobre

Ou seje, clique no link do buscapé aí...



 Escrito pelo desalmado Felipe Balster [ ]



Ler

Um velho fidalgo, de repente, botou na cabeça que era cavaleiro andante e saiu pelos quintais da Mancha pra combater inimigos inexistentes. Tudo isto depois de se intoxicar com romances de cavalaria.

Peter Kien, o maior sinólogo vivo, botou fogo na sua biblioteca pessoal de 25.000 volumes, após achar que já sabia todos os livros de cor. E pra evitar que a saia azul da maledita esposa voltasse a farfalhar pelos seus preciosos papeluchos.

Fato este que me recorda daquele velho maluco e cegueta dum livro que virou filme com monge-my-name-is-bond. Pra que não achassem um aristóteles engraçado, vasta biblioteca foi consumida pelo fogo. Sempre ele (o fogo, não os véio, tá ligado?). Mesmo aconteceu com a suposta maior biblioteca já vista, de Alenxandria. Motivo fútil também consta na história desta fogueira.

Madame Bovary, que vaca idiota. Apaixonou-se pelo amor que lia nos livros. Deu no que deu. Ou melhor, deu no que deu dando... Eça de Queiroz fez cópia da história, e os que tentaram passar no vestibular sabem que livro é. Aliás, nada mais doentio que um vestibulando... Fica lá lendo, estudando. Logo conclui que é gênio só porque passou numa prova em que lhe perguntavam milhares de questões inúteis cuja solução só o próprio tchongo estudante sabia... Mas vai esquecer pois agora já é gênio. Nada para se preocupar. Acalmem-se, por favor.

Dia desses, ocorreu um caso bem exemplar. Alerta para aqueles que se aventuram pelos paragráfos. Um irlandês ficou maluco de tanto escrever os próprios livros. Sim senhor. No último livro, doidice revelou-se em todas as letras do alfabeto ocidental. Coisa de riverrun e o escambau. E tem outros mais doidos ainda que tentam traduzir essa parada. Manicômio nos manés quem traduzem o Finnegans...

É por isso que os nazistas estavam certos. Bom aproveitar que livro é de papel e botar fogo em tudo. O que me leva às:

Distopias sem livros

No Admirável Mundo Novo, esse negócio de ler não tem vez. Toma-se soma e vive-se feliz na juventude esticada. Quem lê vai pro desterro e não tem os privilégios da sociedade. Vai encarnar o bom selvagem fora do escritório de mogno. Sofrer na selva uma vida sem garçom nem maitre.

Tem um outro livro que diz que livros queimam bem aos 451 da tabelinha Fahrenheit. Como não domino esta escala de quente-frio, nem tenho coragem de queimar meus proustis, não sei se é literatice ou fato científico. Mas, como diz no livro: "livros não prestam"... E é por isso que queimam aos 451 da blá blá blá. (Vou pegar o paulo coelho presenteado e ver qual temperatura ele torra, amanhã. Hoje estou cansado.)

Na distopia ocorrida em 1984, adivinhem... no books S.V.P. É estranho como os escritores adoram narrar os efeitos nocivos da leitura e, ao mesmo tempo, adoram assustar seus leitores com sombrios e desesperançosos futuros sem livros. Mas que porra. É pra ler ou pra parar de ler? (favor não esconder a resposta no meio de um romance a la Vitor Hugo com toques de kafka e trejeitos trovadorescos. Escondam num livro de contos de fodas. Esses eu leio.)



 Escrito pelo desalmado Felipe Balster [ ]



I got blisters on my fingers!

Se não foi hoje, será amanhã. "Você trabalha por gosto ou por dinheiro?". Jamais soube responder, pois um longo e arrastado "é" sempre me escorreu pela garganta. Mas hoje, enquanto enfiava o carro na garagem, enquanto os taxistas esperavam clientes e as nuvens baixas batiam num prédio em construção, encontrei a resposta para a pergunta impertinente. Não gosto do meu trabalho, tampouco ganho dinheiro com ele. Só trabalho porque todo mundo trabalha. Pura imitação. E assim, sou um imitão. Só não sei até quando. É o que me faz olhar mendigos com alguma reverência

Mendigos mendigos, que ficam parados esperando nada... Não esses miseráveis que catam lixo e imploram pra entrar no "mercado de trabalho". Esses são apenas uns trouxas que perderam o ritmo da música e estão ansiosos pra imitar direito. São falsos mendigos, e merecem o que conseguem: lixo.

Talvez eu entre pra mendicância. Não sei. Ainda não tenho uma grande dimensão espiritual pra exercer este ofício. Mas vou treinar...



 Escrito pelo desalmado Felipe Balster [ ]



É... Nos conformes por aqui... Outro dia eu volto pra ver se tudo está joinha, belezinha, certinho, fosco-acetinado e com tripla proteção anti-germes.

 Escrito pelo desalmado Felipe Balster [ ]



la gueule de bois (as the french people named their hang-overs)

Para não criar limbo neste blog, quatro receitas para curar ressaca retiradas dum livro chamado "A Arte de Beber", de Marcelino de Carvalho.

  • Um copo grande de leite cru, meio cálice de cognac, tudo batido e bem gelado. A gente parece que ouve o "chiii" de uma gota fria salpicada em uma chapa vermelha de fogão.
  • Quando há ostras, pode-se preparar o prairie-oyster, que é feito de meio cálice de molho inglês, uma gema de ovo, pimenta do reino e uma suspeita de sal. Vira-se a mistura de um trago e, para refrescar a garganta, um copo de cerveja preta amarga e geladíssima, logo a seguir.
  • Meia dúzia de ostras e um cálice de vinho branco seco e gelado fazem um efeito dos mais salutares; mesmo não havendo ressaca, o uso desses ingredientes é extremamente agradável.
  • Quem quiser um conselho mais simples basta juntar, em doses iguais, champagne e suco de laranja. Ou suco de laranja e vinho branco seco.

Meu caro coleguinha, lendo isto chego a conclusão de que, para evitar o efeito desgracento da ressaca, devemos continuar indômitos na lida etílica. Logo cedo, lembrar-se do nunca muito louvado carpe diem e, sete e meia da matina, iniciar nova sessão de comes e bebes. Nada de cafézinho, torradinha com margarinazinha light. Desjejum bom é com champagne, ostras, cerveja preta gelada, etc.



 Escrito pelo desalmado Felipe Balster [ ]



Cansei desta vida que vou vivendo.

Vou inventar a Secretaria de Controle e Alerta para Pais que Colocam Nomes Radioativos em seus Filhos (SCAPCNRF). Assim, será possível evitar que crianças chamadas Tércio, Clésio, Lindalvita e Wilsônio venham ao mundo das pessoas que não tem nomes radioativos. Vou propor esta idéia ao governo tucano molusco de língua presa.

Vou me tornar compositor de músicas para filmes pornográficos. É a profissão do futuro. Bom, nem tanto... E serei inovador, ao introduzir (no sentido musical) instrumentos pouco valorizados na arte de filmar coitos, como o cravo setecentista, o violão de zero cordas e a sensual gaita de fole. Prevejo grande sucesso entre o público descendente do Mel Gibson pintado de azul.

Criarei um método de retirar açúcar da acelga através da hipnose. Serei considerado super gênio da humanidade e vão me dar nome de rua em Genebra, além de uma pensão-tapioca que desfrutarei com géleia de goiaba.

Mas agora, vou dormir.



 Escrito pelo desalmado Felipe Balster [ ]



Tudo pela ciência

Num esforço científico sem precedentes, eu e minha equipe de renomados cientistas montamos este questionário pra saber como a população reage, julga e avalia o movimento metrossexual. Para estimular as respostas, oferecemos um prêmio fictício e um alimento rico em proteínas, coliformes fecais e corante de papel celofane. Acompanhe nossa empreitada!


 

Grande Desafio Metrossexual

1) O que fazer com os pêlos do sovaco?... Sovaco não porque sovaco é coisa de nego rústico. Reformulando a pergunta: o que fazer com os pêlos das axilas? Clareamento, depilação ou luzes? Justifique

2) Num encontro entre uma lésbica really big shoes de musculatura hipertrofiada e um metrossexual cheirosinho que se declara macho viril, quem come quem? Não justifique.

3) Como pai/mãe de família, qual seria sua reação se seu filho afirmasse "papai/mamãe, quero ser metrossexual quando crescer"? Justifique se quiser. Prefiro que não pois estou com preguiça de ler lenga-lenga familiar (isso é coisa de metrossexual, ou de mulherzinha. Tanto faz).

 

Os aprovados receberão 01 (um) diploma de Metrossexólogo e 03 (três) ovos cor-de-rosa confeccionados pelo obscuro balconista do Bar do Mingo*.


* Se comer o ovo cor-de-rosa, é metrossexólogo macho. Se jogar fora ou doar pra mendigo, é metrossexólogo metrossexual. Mas não fiquemos de preconceitos. Como cientistas, devemos analisar com imparcialidade a atitude do pobre sem-teto pobre. Ver qual a reação dele, pois, se comer é mendigo macho. Se não comer, é mendigo metrossexual. Vai jogar o ovo cor-de-rosa no lixo ou doar pra outro mendigo. E assim, o ciclo recomeçaria, sendo o ovo cor-de-rosa um eficiente vetor durante a pesquisa.



 Escrito pelo desalmado Felipe Balster [ ]



Dear Blog, don´t toast my bag...

Que saco ter um blog... arranjar assuntos... contar eventos... escrever pataquadas... ler comentários... Vou ali enfiar o dedo na tomada que é mais divertido.

 Escrito pelo desalmado Felipe Balster [ ]